quinta-feira, 2 de maio de 2013

Não me convém.

Alguns ventos nos trazem algo, lembranças.... ontem me dei de frente com 1 destes. Ele me trouxe o caminhar dela, isso, vi o caminhar dela  no caminhar de outra garota. Não de proposito  eu estava atoa e meu olhar a encontrou. Não notei fisionomia nem nada, só o caminhar. Fiquei ali, parada... até que ela sumisse por completo do meu alcance.. senti todo aquele frio na barriga. Como se meu estomago estivesse abarrotado de borboletas e elas estivem me corroendo. Deu a maior alegria,enquanto eu a podia ver, pelo menos. Logo que o caminhar sumiu, surgiu a tristeza, como 1 dependente longe do vicio. Automaticamente milhares de lembranças dela surgiram. E vi meus olhos ficarem feito nuvens, pesados, inundados de água. Segurei o choro. Não me convém mais. Alguns amigos me diriam as mesmas coisas de sempre - vá atrás, dê outra chance, não pra ela. Pra si.- Porém não me considero merecedora disto. Não me convém, não me convém.
Desacreditei.
Sei.
Não tenho certeza que tudo aquilo foi real. Sei do que senti e do que sinto até hoje, agora. Mas não dos dela. Não desejo sofrer e nem ferir ninguém com minha falta de crença e ilusão. Talvez isso seja o que mais me doa; a não coragem de tentar de novo. Talvez eu prefira acreditar que já passou pra ela. Talvez eu prefira cultivar esse amor no meu pedestal particular...e lembra-lo quando quiser, com imensa saudade e várias lagrimas. As coisas são melhores na teoria.
Tudo continua sendo ela.
Todas as musicas, idem.

Nenhum comentário:

Postar um comentário